Eztetyka vem de "Eztetyka da Fome", conceito desenvolvido pelo cineasta brasileiro Glauber Rocha no manifesto Uma Estética da Fome, de 1965.
Para Glauber, não bastava representar a realidade brasileira — era preciso encontrar uma linguagem capaz de expressar sua violência, suas contradições, sua precariedade e seus sonhos. A arte não deveria simplesmente tornar a realidade mais bonita ou confortável para quem a observa. Poderia também provocar, incomodar e romper expectativas.
É dessa ideia que nasce o nome Eztetyka.
Não somos um arquivo sobre Glauber Rocha, nem pretendemos reproduzir o Cinema Novo. O termo é uma inspiração para pensar a cultura de outra maneira: com curiosidade, liberdade e disposição para olhar também aquilo que normalmente fica fora do enquadramento.
Um magazine de cinema e cultura
Eztetyka é um magazine digital dedicado ao cinema e à cultura.
Falamos de filmes, séries, televisão, música, livros, personagens, movimentos culturais e das histórias que existem por trás deles.
Publicamos críticas, notícias, análises, indicações e textos sobre cultura, passando tanto pelos clássicos quanto pelo que está acontecendo agora.
Aqui você pode encontrar um filme esquecido dos anos 1960 ao lado de uma produção recém-lançada; um grande clássico ao lado de uma obra estranha que quase ninguém conhece; uma análise mais aprofundada ao lado de uma indicação para assistir no fim de semana.
Porque cinema não existe isolado.
Ele conversa com a política, a história, a música, a literatura, a tecnologia, a sociedade e com a maneira como enxergamos o mundo.
Mais do que recomendar o que assistir
Não queremos apenas dizer "assista a este filme".
Queremos descobrir por que ele existe, de onde veio, o que ele diz, como foi feito e por que ainda pode importar.
- Às vezes, isso significa revisitar um clássico.
- Às vezes, descobrir uma obra escondida.
- Às vezes, entender um fenômeno cultural.
- E às vezes simplesmente encontrar alguma coisa boa para assistir hoje à noite.
Eztetyka é um lugar para olhar cinema de perto — e cultura sem a obrigação de ficar em silêncio.